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21/12/2020
Guia de Festas de Fim de Ano Seguras

Tipo de notícia: Eventos

Em tempos de pandemia e novo normal, conheça as melhores formas para evitar o contágio do COVID-19.

Baseado no relaxamento natural quanto as formas de segurança devido a pandemia, seguindo essas orientações suas festas familiares tornam-se mais seguras. Lembrando que a maneira mais segura de celebrar as festas é apenas com as pessoas que vivem na mesma casa ou através de reuniões virtuais.

Dicas

Antes da festa, atenção redobrada aos sintomas

Fazer uma quarentena de duas semanas (ou pelo menos de uma) e confirmar estar sem o vírus com um exame PCR 72 horas antes do encontro ajudam muito a minimizar os riscos. Além disso, é essencial ter ainda mais atenção a qualquer sintoma.

"É muito importante valorizar todos os sintomas neste momento. Muita gente diz 'ah, só estou com tosse, só estou com o nariz escorrendo'. Se isso não é o seu padrão, valorize e evite ir. Será uma exposição de alto risco", diz Lapa.

Local

Sempre que possível, realize as reuniões presenciais ao ar livre, ou mantenha o local bem ventilado, com janelas e portas sempre abertas. Se for fazer encontro, que seja em lugar aberto: jardim, laje, quintal, onde as partículas de vírus vão se dissipar mais facilmente com o vento. Se não houver um ambiente completamente aberto, a recomendação é fazer em uma varanda. Se a única opção for dentro de um apartamento, deixe todas as janelas abertas.

Mori diz que tem havido pouco destaque para a importância da ventilação para minimizar riscos e dá uma dica caseira para aumentar a circulação de ar em ambiente interno: colocar um ventilador próximo da janela e de frente para ela. Dessa forma, ele diz, o ventilador funciona como um exaustor, puxando o ar de dentro e empurrando para fora do cômodo. "Gera pressão negativa dentro do cômodo e o ar fresco de outra janela vai entrando", explica.

Se tiver mais de uma janela e mais de um ventilador, Mori diz que, além desse primeiro ventilador, você pode colocar outro ventilador na janela oposta e na posição contrária — ou seja, virado para o interior do cômodo. Assim, um ventilador puxa o ar de fora para dentro e outro empurra o ar para fora pela outra janela, gerando circulação e troca de ar constante.

Convidados

Quem pertence ao grupo de risco para COVID-19 ou que convivam com alguém do grupo de risco devem evitar participar. Caso alguem apresente suspeita ou diagnóstico de COVID-19 ou que moram no mesmo domicílio de caso confirmado com diagnóstico de menos de 14 dias não deve participar de encontros presenciais. Procure fazer as comemorações de curta duração e o com o menor número de pessoas possível, no máximo com 10 pessoas. 

A recomendação é estar atento não só à quantidade de pessoas, mas também ao número de residências que serão misturadas. Por exemplo: um encontro entre dez pessoas tende a ser menos arriscado se cinco moram juntas em uma casa e outras cinco vivem em outra do que se cada uma das dez pessoas vive em uma casa diferente, aponta Vitor Mori, membro do grupo Observatório Covid-19 BR e pós-doutorando na Faculdade de Medicina na Universidade de Vermont (EUA).

Aproveite o convite e já informe previamente os convidados as regras para a comemoração e todas as medidas de prevenção adotadas.

Protocolos

Refeição

O momento da ceia pode ser o grande vilão, segundo médicos, já que as pessoas geralmente ficam próximas e precisam tirar as máscaras. É por isso que, além do cuidado de evitar compartilhar objetos como talheres e copos, a recomendação é que se faça um rodízio para sentar à mesa na hora de comer.

Por exemplo: imagine que há um casal que mora em uma casa e os pais de um deles, que vivem em outra casa. A sugestão, se houver apenas uma mesa, é que os pais comam primeiro, enquanto os outros ficam afastados e de máscara. Depois, invertem.

Para quem tem mais espaço, outra opção é montar duas mesas separadas para que cada um dos núcleos não se misture na hora de tirar a máscara para fazer a refeição.

"É importante enxergar quem está sem máscara como possível disseminador, porque existem os assintomáticos, que nem sabem que estão doentes. Então você tem que presumir que todo mundo ali pode estar transmitindo pra alguém, diz Jaques Sztajnbok, médico supervisor da UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Durante a festa, cuidado para não baixar a guarda

Em uma comemoração regada a álcool, com pessoas há tantos meses privadas de festas, o natural seria relaxar nas medidas de prevenção ao longo da noite. É aí que mora o perigo, dizem os infectologistas. "Na prática, com o relaxamento das pessoas regado a taças de vinho, as festas de fim de ano são situações de risco — um risco enorme de termos muitos casos e mortes desnecessários por covid-19", afirma Estevão Urbano.

"Infelizmente, temos pessoas perdendo o jogo na prorrogação — estamos perto da vacina. Precisamos fazer o último terço da caminhada até a vacina. Então precisamos cuidado para não relaxar neste momento."

Encontros virtuais ou sem abraços: a recomendação da OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça a ideia de que não há risco zero em festas de fim de ano — motivo pelo qual famílias e até mesmo governos devem avaliar seriamente o cenário local e decidir se os benefícios sociais dos encontros festivos superam o perigo de a covid-19 avançar.

"Há (iniciativas) de baixo risco ou alto risco — mas sempre há um risco", afirmou em entrevista coletiva recente Maria Van Kerkhove, líder técnica da covid-19 na OMS. Ela defendeu que as famílias prefiram reuniões virtuais neste ano, uma vez que a maior incidência de transmissões ocorre entre pessoas que passam muito tempo juntas, em espaços fechados e compartilhando refeições.

"É incrivelmente difícil porque, principalmente durante as festas, nós queremos muito estar com a família. Mas, em algumas situações, a decisão difícil de não ter um encontro familiar é a aposta mais segura".

Também em entrevista coletiva, seu colega Mike Ryan, diretor de emergências da OMS, disse que encontros presenciais que ocorrerem nestas festas devem evitar abraços e demonstrações físicas de afeto.

"É algo horrível pensar que estamos aqui como a Organização Mundial da Saúde dizendo às pessoas: 'não abracem umas às outras'. É terrível. (Mas) essa é a realidade brutal em lugares como os EUA no momento", disse Ryan, citando como exemplo o país com o maior número de mortes e casos pela covid-19 no mundo, e onde o vírus continua circulando com força.

Referências

Covid-19: como reduzir os riscos de transmitir coronavírus nas festas de Natal e Ano Novo



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