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Ele alegou que estava bêbado, e não se lembra se realmente utilizou todos os serviços descritos verbalmente pelos donos do prostíbulo, que não emitiu recibo e não sabe como provar a "negociação". De acordo com os proprietários do estabelecimento, ele teria solicitado "serviço completo".
"Eles deveriam ter listado, por exemplo, duas sessões de relações sexuais por 600 euros, sexo oral por 300 euros ou sexo anal por 400 euros", alegou o tribunal alemão.